Perdida. Sem saber ao certo pra onde seguir, qual direção tomar. Como se a gente já não complicasse a vida o suficiente. Penso no futuro mas logo volto pro presente e, acabou.
Que vontade de gritar e te pedir... Como se fosse resolver. Colocar de volta no lugar. Pena nem tudo ter remédio, ter que esperar pra curar sozinho. Enquanto isso a gente vai deixando as lembranças matarem um pouco do que é essa saudade. Talvez nem saudade, algo maior que ainda não foi nomeado.
Escrever parece que nem dá conta mais. Ouvir música é o que tem mantido a pilastra de pé. Às vezes cai um grão ou outro de concreto que veio se desgastando com o tempo, mas se mantém, ali. É tudo de propósito. A música que coloco no player do celular, o fone no ouvido pra ir malhar, o jeito de prender o cabelo, a combinação da roupa, o perfume que vou usar, a quantidade certa de rímel, o horário que olho pro visor do celular, as fotos que volto a ver, os cômodos que eu paro pra olhar, a caminhada na praia pra ver o mar...Você não imagina, mas ainda se encontra aqui. E o tudo de propósito pra me manter perto ao mesmo tempo é pra me manter longe...Porque não é fácil.
Primeira vez hoje que ouço falar de Donavon Frankenreiter e desde então não ouço outra coisa. Me dá paz... Vê se ouve. Vê se pra você também.
...não sai da minha mente. Do coração.
Certos detalhes
domingo, 3 de março de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
"I'd like to be everything you want"
Será que não vale a pena?
Um carro só pra mim e pra você. Tudo bem, eu não sou ótima motorista mas pelo menos sobrevivo no trânsito, exceto pela baliza...admito. Pisca alerta ligado e morrendo de medo de alguém reclamar, mal estacionado, em frente da garagem e a mil metros de casa...grande vantagem. CD do meu pai, queria rádio, calor, sem ar-condicionado, muita sede. Tão bom o simples fato do namorado sair do carro pra comprar água no posto. Tá que você não é o melhor piloto do mundo. Dirige na contramão. Agora era rádio...jura mesmo que era você ali do meu lado? Com a mão apoiada na minha, fazendo carinho no meu cabelo e aquele olhar só pra variar de vez em quando? Porque não dá pra explicar a sensação de que isso não existe mais. Enfim. Você na minha casa, coração pouco feliz. A Tucci não é feia, e daí que não tem raça? Um banho, pão caseiro, laranja... Você no meu sofá. Sala escura, TV ligada, um pouco de namoro, palavras bonitas, mas o que mais valeu: olhares sinceros. Não que as palavras não tenham sido válidas, lembro bem e sinto falta delas. Quem é que queria ir dormir no seu canto? Vontade de passar noite toda só olhando pro seu rosto, mas vai que a dona encrenca briga, né. Alguém te esperando pra tomar café da manhã, cara de sono, beijo de bom dia. Convenhamos, isso não tinha que acabar nunca. E carioca consegue ficar parado dentro de casa por acaso? HÃ,BOBO... Ainda bem que a cidade é pequena, que a casa da vó é ali pertinho e que ninguém se feriu atravessando aquela ponte. Só quase travei no meio dela. "Vó, meu namorado". "Tia, meu namorado. O que ele faz? Ah, isso é profissão sim". Ele até já quis ser patinador do Éxtra. Aniversário em outra cidade, família que discute um pouquinho na saída de casa... A gente andou pouco na chegada, quase invadindo propriedade alheia. Ainda lembro daquelas flores, tá na minha carteira. Uma. A outra deixei cair no chão, desculpa. Lembro também do que eu ouvi quando ganhei elas. Churrasco já não dava mais. Ainda bem que não trabalhava na sua antiga empresa. Só melancia. Depois não sabe porque tava com a bermuda caindo... Mas o chopp com guaraná diretamente de Londres tava bom, pode admitir. Leonardo aprontando, pé amortecendo...jurava que era essa a palavra! Enrolei e não fui pra piscina. Leozinho sobreviveu naquele escorregador, sem água. Consigo até rir lembrando. E não mexe na corrente da minha prima, pelo amor de Deus. Side by side... deitados no piso, olhando pro céu, conversando do futuro. Que irônico... Mesmo com medo falei sério quando topei. Parabéns, bolo, a familiar nem sabe o nome de verdade do aniversariante. Cheio da moral no banco da frente. Senti orgulho, sabe? Ali do lado da minha mãe, eu por de trás do banco com a mão no teu peito. Mais laranja. Não tava com ciúmes da minha cachorra. Também não sei jogar bola. E sou filha única pro sermão dado. Computador, música, vídeo pessoal... Eu tinha problemas mais nova e você sempre foi louco, não é? Pipoca do mercado só pra ficar de estoque, filme que é bom, nada. Nunca fui avisada de cidade em cidade a cada quinze minutos onde os pais se encontravam. Quem mandou comer mais pão? A pizza a gente dá um jeitinho se não tem queijo. Vinho e calor não combinam. Meus pais e você. Como foi bom! Duas doses de Big Apple, por favor. Magina, eu tomar com outra bebida? O guaraná quase acabou primeiro. Garagem, luz só do pisca de natal, Tucci, notebook ligado na música. Circuladô de fulô e mais... Fim de noite bom. Ai, meu pé acabou de amortecer! De verdade. Mais um dia. Último dia. Fim de semana é sempre tão rápido. Olhava pro relógio o tempo todo torcendo pra que os ponteiros não girassem e que a tarde não chegasse. Aniversário do... meu pai. Um pouco de cidade praiana, pena que é cheia das rotatórias. Se não fosse O namorado, o que seria do presente do aniversariante. Obrigada, de novo. Lembro do senhor que cuidava do carro. Do que ele disse também. Um chocolate no mercado pra variar, cerveja pra puxar o saco e ingrediente pro mousse. Nunca comeu igual, na certa. Ligação dizendo que dá pra demorar mais um pouco. Partida importante, tinha até gente em cima da cobertura do ponto do ônibus assistindo. Sabe o que eu gosto em você? E o kart? Tava fechado... Como não passar por lá pela estrada, não olhar e não lembrar? Voltando na contramão, de novo, eu disse... Estrada pra casa, não aguentava mais as mesmas músicas que repetiam no pen drive. Tristeza minha comprada na rodoviária. Regina Casé agora toda vez que aparece na TV, me lembra daquele fim de semana que eu tive você. Logo aquele assunto no programa e você me batendo dizendo pra aprender. Carioca e santista, realmente nada a ver. Mas era esse o lance. Família, almoço, você. Se deu bem com a minha prima, ela é capaz de fazer o serviço melhor que você. Aquele papo de sereia... Quanto egoísmo, o que restou do mousse foi pra uma boca só. Meu quarto. Ou seu? Porque dominou. Desenhos antigos, violão, música, chão, colo. Álbum de fotos, não. Miss...até parece. Conversa e olhar e sentimento e verdade. Quase hora de ir, melhor arrumar as coisas. Mas segundo a... minha mãe, "é tão organizado, pendura até a toalha". Nem eu faço isso. Rodoviária de novo. Meus amigos que apelam pro álcool são legais. O que eu era sua mesmo? Tinha ciúmes meu? Que chateamento o ônibus atrasado, não? Mas chegou. Sem essa cara, sem despedida. Convenhamos, isso não tinha que acabar nunca.
Sem querer: http://www.youtube.com/watch?v=jiQiJ0WURZI
Um carro só pra mim e pra você. Tudo bem, eu não sou ótima motorista mas pelo menos sobrevivo no trânsito, exceto pela baliza...admito. Pisca alerta ligado e morrendo de medo de alguém reclamar, mal estacionado, em frente da garagem e a mil metros de casa...grande vantagem. CD do meu pai, queria rádio, calor, sem ar-condicionado, muita sede. Tão bom o simples fato do namorado sair do carro pra comprar água no posto. Tá que você não é o melhor piloto do mundo. Dirige na contramão. Agora era rádio...jura mesmo que era você ali do meu lado? Com a mão apoiada na minha, fazendo carinho no meu cabelo e aquele olhar só pra variar de vez em quando? Porque não dá pra explicar a sensação de que isso não existe mais. Enfim. Você na minha casa, coração pouco feliz. A Tucci não é feia, e daí que não tem raça? Um banho, pão caseiro, laranja... Você no meu sofá. Sala escura, TV ligada, um pouco de namoro, palavras bonitas, mas o que mais valeu: olhares sinceros. Não que as palavras não tenham sido válidas, lembro bem e sinto falta delas. Quem é que queria ir dormir no seu canto? Vontade de passar noite toda só olhando pro seu rosto, mas vai que a dona encrenca briga, né. Alguém te esperando pra tomar café da manhã, cara de sono, beijo de bom dia. Convenhamos, isso não tinha que acabar nunca. E carioca consegue ficar parado dentro de casa por acaso? HÃ,BOBO... Ainda bem que a cidade é pequena, que a casa da vó é ali pertinho e que ninguém se feriu atravessando aquela ponte. Só quase travei no meio dela. "Vó, meu namorado". "Tia, meu namorado. O que ele faz? Ah, isso é profissão sim". Ele até já quis ser patinador do Éxtra. Aniversário em outra cidade, família que discute um pouquinho na saída de casa... A gente andou pouco na chegada, quase invadindo propriedade alheia. Ainda lembro daquelas flores, tá na minha carteira. Uma. A outra deixei cair no chão, desculpa. Lembro também do que eu ouvi quando ganhei elas. Churrasco já não dava mais. Ainda bem que não trabalhava na sua antiga empresa. Só melancia. Depois não sabe porque tava com a bermuda caindo... Mas o chopp com guaraná diretamente de Londres tava bom, pode admitir. Leonardo aprontando, pé amortecendo...jurava que era essa a palavra! Enrolei e não fui pra piscina. Leozinho sobreviveu naquele escorregador, sem água. Consigo até rir lembrando. E não mexe na corrente da minha prima, pelo amor de Deus. Side by side... deitados no piso, olhando pro céu, conversando do futuro. Que irônico... Mesmo com medo falei sério quando topei. Parabéns, bolo, a familiar nem sabe o nome de verdade do aniversariante. Cheio da moral no banco da frente. Senti orgulho, sabe? Ali do lado da minha mãe, eu por de trás do banco com a mão no teu peito. Mais laranja. Não tava com ciúmes da minha cachorra. Também não sei jogar bola. E sou filha única pro sermão dado. Computador, música, vídeo pessoal... Eu tinha problemas mais nova e você sempre foi louco, não é? Pipoca do mercado só pra ficar de estoque, filme que é bom, nada. Nunca fui avisada de cidade em cidade a cada quinze minutos onde os pais se encontravam. Quem mandou comer mais pão? A pizza a gente dá um jeitinho se não tem queijo. Vinho e calor não combinam. Meus pais e você. Como foi bom! Duas doses de Big Apple, por favor. Magina, eu tomar com outra bebida? O guaraná quase acabou primeiro. Garagem, luz só do pisca de natal, Tucci, notebook ligado na música. Circuladô de fulô e mais... Fim de noite bom. Ai, meu pé acabou de amortecer! De verdade. Mais um dia. Último dia. Fim de semana é sempre tão rápido. Olhava pro relógio o tempo todo torcendo pra que os ponteiros não girassem e que a tarde não chegasse. Aniversário do... meu pai. Um pouco de cidade praiana, pena que é cheia das rotatórias. Se não fosse O namorado, o que seria do presente do aniversariante. Obrigada, de novo. Lembro do senhor que cuidava do carro. Do que ele disse também. Um chocolate no mercado pra variar, cerveja pra puxar o saco e ingrediente pro mousse. Nunca comeu igual, na certa. Ligação dizendo que dá pra demorar mais um pouco. Partida importante, tinha até gente em cima da cobertura do ponto do ônibus assistindo. Sabe o que eu gosto em você? E o kart? Tava fechado... Como não passar por lá pela estrada, não olhar e não lembrar? Voltando na contramão, de novo, eu disse... Estrada pra casa, não aguentava mais as mesmas músicas que repetiam no pen drive. Tristeza minha comprada na rodoviária. Regina Casé agora toda vez que aparece na TV, me lembra daquele fim de semana que eu tive você. Logo aquele assunto no programa e você me batendo dizendo pra aprender. Carioca e santista, realmente nada a ver. Mas era esse o lance. Família, almoço, você. Se deu bem com a minha prima, ela é capaz de fazer o serviço melhor que você. Aquele papo de sereia... Quanto egoísmo, o que restou do mousse foi pra uma boca só. Meu quarto. Ou seu? Porque dominou. Desenhos antigos, violão, música, chão, colo. Álbum de fotos, não. Miss...até parece. Conversa e olhar e sentimento e verdade. Quase hora de ir, melhor arrumar as coisas. Mas segundo a... minha mãe, "é tão organizado, pendura até a toalha". Nem eu faço isso. Rodoviária de novo. Meus amigos que apelam pro álcool são legais. O que eu era sua mesmo? Tinha ciúmes meu? Que chateamento o ônibus atrasado, não? Mas chegou. Sem essa cara, sem despedida. Convenhamos, isso não tinha que acabar nunca.
Sem querer: http://www.youtube.com/watch?v=jiQiJ0WURZI
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
É saudade
É lembrança da sala errada do cinema. Amanhecer parte 2, de novo não. É lembrança do ponto de ônibus errado por culpa da falta da letra "o" na palavra "longe" e acabar caminhando na areia, molhando o pé, emprestando o casaco, carregando os sapatos, caindo no montinho da areia empilhada, da sua mão na minha, da curiosidade em perguntar do sentimento. É lembrança do Caravelas. Nunca foi tão bom ficar sem fazer nada. É lembrança da volta do passeio e o segurança roncando na porta do shopping. É lembrança de um filme de comédia e ficar na sala de cinema depois do final vendo os erros e créditos. É lembrança de ser amarrada por uma corda e feita refém e no fim acabar com o melão. É lembrança de comprar spray pra garganta e espirrar a cada 2 minutos...e me fazer rir. É lembrança que a cada momento ressurge na memória. E como faz falta. Ir no cinema sozinha antes era normal, depois de ontem vi que não mais. Pelo menos por um bom tempo. É lembrança, é saudade, é amor.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Essas alegrias violentas, têm fins violentos
Uma palavra com um sorriso. Um cone. Um boné. Uma brincadeira. Um convite. Um número. Uma ligação. Um olhar. Dois olhares. Mais sorriso. Felicidade. Um beijo. Dois beijos. Música. Três beijos. Diversão. Quatro beijos. Perdi a conta. Vontade de não ir mais embora. Outro dia. Uma mensagem. Sorriso bobo. Outra mensagem. Companhia na saída do trabalho. Que companhia. Chuva. Casaco emprestado. Chocolate. Ponto de ônibus. Sotaque. Conversa de apaixonado. Mais mensagem. Cinema. Olhar. Carinho. Palavras. Tempo sem exercer sua função. Mãos dadas. Mercado. Pelúcia. Sentar na poltrona da TV a venda. Pilotar carrinho de mercado. Sorvete. Sofá. Vai embora. Companhia na saída do trabalho. Conversa fora. Risada de tudo. Felicidade. Mensagem. Saudade. Mais uma vez as 23h. Todo dia as 23h era feliz. Momento único. Alegria única. Ponto. Praça. Conversa. Conhecimento. Mousse. Sujinho. Jantar. Sorvete. Balada. Dançar. Com você não era só dançar. Alegria. Risada. São Bernardo. Até daqui a pouco. Todo dia as 23h era feliz. 23h. Felicidade. 23h. Felicidade. Fim de semana. Só dois num carro. Folga. Casa. Família. Festa. Aniversário. "Vamos morar juntos". Não deixou de conquistar um. Paixão. "Não me deixa te perder". Suspiro. "Não consigo mais ficar longe de você". Bomba de ar. Tucci. Jogar bola na área de trás. Peruíbe. Boticário. Presente. Mercado. Chocolate. Kart. "O que eu gosto em você". Me fez melhor. Almoço. Família. VOCÊ. Ali comigo. Raridade levantar pra fazer algo na cozinha pra alguém. Viagem. Distância. Saudade. Ligação na academia. Volta. Sorri de novo. 23h era feliz. Cinema. Filme de "terror". Apertar forte quando levava susto. Felicidade. Casa. Sofá. Lanche. Ou algo que dizem ser comestível. Dormir torto vendo TV. Vinho. Beijo. Declaração. Sorriso. Jeito de se mover dançando. Hã, bobo. Olhar. Maneira de tratar. Carinho. 23h era feliz. Brigar por bobeira. Caminhar na orla sem dizer uma palavra. Se arrepender. Pedir desculpa. Esse cara era você. Barzinho com música. Uniforme mesmo. Amigos. Mas eu e você. Risada. Sem explicação. Cinema. Tragédia. Rímel na camisa. Poltrona da frente incomodada. Cheers Pub. Sinuca. Jurupinga. Big Apple. Trabalhar. Cancelar trabalho. levantar da cama e sair de novo. Espanhola. Mais um dia de trabalho. Todo dia as 23h era mais feliz. Natal. Eu e você. Dimas também. Cachoeira. Tonta sentada na pedra na água só olhando pra pessoa que mais a fazia bem. Montana. Filmagem. Almoço na casa da vó. Cada dia só mais apaixonada. Barata. Uno. Nada de banco de trás. Rotina. 23h era feliz. Boné e camisa chegaram. Não sei quem ficou mais feliz. Felicidade e cumplicidade. Só me fazia sorrir. 31 de dezembro. Penteado maneiro. 23h30 de mão dada com a felicidade. 00h. 2013. "Tem como passar com alguém melhor". Casa. Porta trancada. Nada de taxi. ... . Perfeito. PRIMEIRO de Janeiro. Feliz. Te amo. Sono. Hotel. Recepção. Eu e você. 23h era feliz. Show. Na faixa. Música. Sorriso. Eu e você. Felicidade. Ainda bem. Era o cara pra mim. Trabalho. Viagem. Saudade antes mesmo de ir. Saudade. Mais saudade. Nextel. Sorriso. Saudade. VOCÊ. Tua volta...
domingo, 25 de dezembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Me irrite. Me faça ciúmes. Me diga que estou sendo chata. Me diga que sou grossa. Me morda. Me faça cócegas. Me fale coisas lindas... Me faça sorrir. Me abrace. Me ligue. Me faça sonhar. Me faça uma música. Me diga qualquer coisa com essa sua voz linda. Me diga que vai sair com outra pessoa e apareça de surpresa. Me mostre a realidade. Me dê conselhos, daqueles que só você sabe. Me dê esperanças, mas só se for realizar. Me ame. Mas o principal, se não pretende fazer essa última coisa, me faça te esquecer. É justo.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
E com o tempo tudo volta ao normal, e põe tudo em seu lugar, enfim
Engraçado como chega uma hora, um dia, numa semana, capaz de te deixar numa positividade que não acontecia há mais de meio mês. São esses dias que me fazem acreditar na força do tempo, no acaso, na sorte. A música que antes era deprimente, agora já não passa de uma letra linda e melodia de poder acalmante. Talvez apenas um up na auto-estima, ou não. Ou algo mais. Ou algo bem maior do que o outro algo que você colocava fé e não deu certo. Arriscar. Só isso que tenho em mente hoje. Arriscar pra ser feliz. E certo o primeiro que disse que as melhores coisas acontecem, quando menos esperamos.
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