domingo, 25 de dezembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Me irrite. Me faça ciúmes. Me diga que estou sendo chata. Me diga que sou grossa. Me morda. Me faça cócegas. Me fale coisas lindas... Me faça sorrir. Me abrace. Me ligue. Me faça sonhar. Me faça uma música. Me diga qualquer coisa com essa sua voz linda. Me diga que vai sair com outra pessoa e apareça de surpresa. Me mostre a realidade. Me dê conselhos, daqueles que só você sabe. Me dê esperanças, mas só se for realizar. Me ame. Mas o principal, se não pretende fazer essa última coisa, me faça te esquecer. É justo.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
E com o tempo tudo volta ao normal, e põe tudo em seu lugar, enfim
Engraçado como chega uma hora, um dia, numa semana, capaz de te deixar numa positividade que não acontecia há mais de meio mês. São esses dias que me fazem acreditar na força do tempo, no acaso, na sorte. A música que antes era deprimente, agora já não passa de uma letra linda e melodia de poder acalmante. Talvez apenas um up na auto-estima, ou não. Ou algo mais. Ou algo bem maior do que o outro algo que você colocava fé e não deu certo. Arriscar. Só isso que tenho em mente hoje. Arriscar pra ser feliz. E certo o primeiro que disse que as melhores coisas acontecem, quando menos esperamos.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
05:00 am. Olho pro visor do celular. Silêncio. Tem vezes que o nada, explica muito mais do que o algo. Não que essa seja minha preferência, não. Gostaria que muito mais de 1024 caracteres pudessem me fazer entender. Talvez, 1024 seja muito. Pouco. Pensando bem, caracter nenhum pode explicar o que não tem fundamento. E é esse o ponto. Os trens nunca mudaram de rumo ou saíram do trilho sem que houvesse uma participação manual. Por que isso não ocorre também, simplesmente, na vida real? Entro na fila, pra saber.
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